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365 Cores do Universo

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Foto: Tumblr

Ei! Tudo bem?

Por aqui está tudo ótimo, principalmente depois de receber as notícias sobre os lançamentos de Junho da Editora Arqueiro! É tanta história linda que eu nem sei por onde começar!

E para ajudar vocês a escolher a próxima leitura, decidi juntar todos os livros que irão lançar mês que vem dessa editora que é puro amor!

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Foto: Sai da Minha Lente

Ei! Tudo bem?

Recentemente recebi uma notícia maravilhosa! Agora, o As 365 Cores do Universo é um dos blogs parceiros de 2017 da Editora Arqueiro! Já berrei, tremi, chorei, fiz escândalo, já divulguei pra família inteira mesmo eles não sabendo o que um blog seria. Enfim, estou muito feliz, mas tirei esse início de postagem para agradecer a todos os leitores desse cantinho que eu considero muito! Vocês são incríveis e me ajudaram tanto que agora eu consegui - junto a vocês - essa oportunidade extraordinária! Muito obrigada, de coração! ♥

Então depois dessa notícia não podia fazer nada mais além de publicar algo novo aqui no blog relacionado a essa editora fantástica! Esse mês a Arqueiro lançou o livro Confissões de um Garoto Tímido, Nerd e (ligeiramente) Apaixonado que é um spin-of de Confissões de uma Garota Excluída, Mal-amada e (um pouco) Dramática, ou seja, mesmo grupo de personagens, mas protagonistas diferentes. Sabendo disso, decidi pegar para ler a primeira história para que quando eu lesse o segundo livro, eu entendesse melhor tudo o que estava acontecendo. O resultado final? Amei, ri (bastante, por sinal), tive muita vergonha alheia e fiquei pensando sobre como o bullying é tratado hoje em dia e como ele é prejudicial às pessoas envolvidas, tanto a pessoa que sofre quanto a pessoa que comete.

E é por isso que eu decidi dar para vocês cinco motivos para ler essa história surpreendente que vai te encantar do início ao fim!

Sinopse: Tetê acaba de se mudar com a família toda para Copacabana, no Rio de Janeiro, para a casa dos avós. O lindo e espaçoso apartamento da Barra da Tijuca em que morava teve que ser vendido, e o resultado é que a vida dela virou de cabeça para baixo. Além de perder a privacidade, tendo que dividir o espaço com cinco parentes malucos que brigam o tempo todo, ela perdeu todas as suas referências. A única coisa que a deixa feliz é cozinhar. E, claro, comer as delícias que faz. O lado bom foi se livrar do antigo colégio, no qual sofria bullying por causa de seu jeito peculiar. O problema é que ela está apavorada, porque agora tudo será novo e estranho, com o ensino médio, com a nova escola, e sem conhecer ninguém. E morre de medo de ser excluída ou de sofrer bullying novamente. Ela está bem mal, para dizer a verdade. Ou talvez seja um pouco de drama, porque já no primeiro dia as coisas parecem ser um pouco diferentes...

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Foto: Tumblr

Eu gosto de aniversário. Gosto tanto que chego a sorrir com a possibilidade de ficar mais velha. Sempre vi na idade superior uma nova chance para a vida, uma nova chance para conquistar mais coisas e chegar cada vez mais perto de meus sonhos. Então o fato de fazer aniversário nunca foi o problema. O problema está no que vem junto.

Quando eu era menor, eu amava fazer aniversário. Amava divulgar para todo mundo, amava receber parabéns e mais ainda, amava ganhar os presentes que eu sempre quis. Sendo sincera, a única coisa que eu não gostava era a parte do “Com quem será?”. Nunca entendi a necessidade. Mas enfim, acho tão lindo quando somos crianças e tudo parece mais mágico, encantado. Infelizmente as coisas mudam e a realidade vai batendo. Por isso acredito que nós temos que ser crianças em alguns momentos. Faz bem, sabe.

A verdade é que todas as datas festivas são especiais quando tem uma criança envolvida, o triste é que nem sempre é você a criança. Então entendo que eu não poderia voltar no tempo, passei a aceitar a realidade e de certa maneira, passei a me encantar por ela.

Só que eu ainda tenho um problema com os aniversários. Eu acho tudo tão obrigado, pelo menos na parte familiar. Lembro que em algum aniversário meu, minha tia não me ligou e eu sinceramente, não me importei. Mas minha mãe sim. Nossa! Minha mãe fez questão de falar sobre isso por vários dias até que ela finalmente se convenceu de que não valia a pena. “Nossa, a própria madrinha não ligou. Acho isso horrível!” Ela dizia. Mas não seria mais triste ouvir alguém falar: “Hoje é o aniversário da Cecília, tenho que ligar.” Por favor, você não tem que ligar coisa nenhuma, não se sinta obrigado. Se não for pra ser natural, que não seja. E por favor, não achem que pra mim todos os festivos que eu recebo eu considero como algo sob pressão, na verdade, acho lindo e fico encantada quando chego a um lugar e alguém vem correndo me dar parabéns. Isso eu considero natural.

Também acho engraçado como a família do nada fica mais carinhosa. Teve um ano em que algumas pessoas da minha família estavam em crise umas com as outras e nos aniversários elas pararam todo o ódio para desejar tudo de melhor e dizer que nós merecíamos todo o amor do mundo. No dia seguinte, tinha alguém querendo se emancipar. É um fato bem engraçado e, seria mais se não fosse verdade. Ao mesmo tempo é bonito. Será que é nesse dia festivo que as pessoas mais tímidas decidem declarar seu amor pela outra de uma forma mais cautelosa? Vou perceber e ano que vem conto para vocês.

Incomoda-me muitas outras coisas no aniversário. Não me entenda mal, eu amo A-M-O, assim, soletrando todas as letras mesmo, eu amo receber presente de aniversário. Acho que é um dos melhores momentos, não tenho medo de reconhecer que uma das minhas partes favoritas no meu dia seja essa, o instante em que alguém me trará algo especial em um embrulho bonitinho é quase um sonho. E quando o papel de presente é de algum desenho da Disney? Não preciso nem comentar que meu coração bate até mais rápido, né?! Todavia, penso que isso não é tudo e o que eu acho mais engraçado é o fato das pessoas em minha volta acharem. Se eu não receber nada, somente umas “Felicidades, que Deus te abençoe!”, eu não sou nem religiosa, mas eu sei que vai ser de coração e sendo clichê ou não, nenhum dinheiro compra isso e eu só fui entender quando algumas coisas ficaram mais apertadas que outras e meus pais não puderam me dar um presentão de dia das crianças. Foi lá que eu pensei que o meu presente era ter eles e nada material conseguiria entrar em seus lugares. Então, família, desculpa pela sinceridade, mas não é o novo batom da Avon que vai me fazer amar mais vocês, assim como não são os “Parabéns” que vão me fazer amar menos. O presente não compra amor, desculpa, mas não compra. E que bom, né?!

Agora, acho que não tenho mais o que dizer. Eu posso aproveitar ainda, aproveitar as últimas horas que restam de meu dia, e sinceramente, elas vão ser tão belas quantas outras independentemente de ter presente ou de ter ligação. De ter “Parabéns” ou “Deus te ajudará por mais uns anos.”. Minha família não entende, mas eles são especiais do jeitinho que são.

Desejo boa sorte a mim mesma que enfrentará mais um pouco da vida - espero que eu enfrente muito – e desejo boa sorte a minha tia que ainda não me ligou e provavelmente vai ouvir minha mãe falando em seu ouvido. Boa sorte, de coração, tia. 


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Foto: Jaqueline 

Ei! Tudo bem?

Ontem acordei com vontade de começar e terminar uma série, mas só foi quando eu realizei esse conjunto de ações que eu percebi que ainda me sentia incompleta. Aí minha mãe decidiu opinar e falou para que eu lesse algum livro. Depois de muita relutância, fiz o download da primeira história que aparecera na minha frente.

Hoje, estou aqui para constar que precisamos muito falar sobre esse livro. Precisamos falar sobre amor, sobre destino e principalmente, precisamos falar sobre separação.

A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista
Sinopse: E se? Três letrinhas com o peso das decisões. E se você pegar o metrô e não o ônibus? Sorrir para um estranho ou baixar o rosto? E se Hadley tivesse saído de casa mais cedo? Quatro minutos. Duzentos e quarenta segundos. Por conta desse pequeno imprevisto cronológico, ela perde o voo. Mas encontra seu destino. Quem pode dizer que isso não faz parte de algum plano cósmico? Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo, depois de perder o seu, Hadley conhece Oliver. Um britânico, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.

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Foto: We Heart It

Ei! Tudo bem?

Existem poucas coisas nesse mundo que me fazem desligar completamente do caos do dia-a-dia. Uma delas são as séries de comédia que aparecem na netflix e que me deixam mais feliz. As séries com uma pegada mais leve sempre me ajudaram bastante, afinal, elas são mais curtas e me trazem várias gargalhadas naturais. 

Então pensando que agora estamos no início do ano e toda a rotina monótoma de sempre está de volta, decidi fazer essa postagem especial para você que também gosta de fugir da realidade e está precisando de uma ajudinha.

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Foto: Telecine Torrent

Ei! Tudo bem?

Assisti recentemente ao novo filme de Shyamalan e saí tão feliz e extasiada que decidi fazer uma postagem só sobre os motivos que poderiam levar uma pessoa à assistir e se sentir da mesma maneira que eu.
Sinopse: Kevin (James McAvoy) possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.
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Foto: Cecília Justen (Magic Kingdom)

Estou extremamente animada e contente por finalmente poder fazer uma postagem que talvez inspira diversas pessoas que leem o blog! 

No dia 15/03 fez um ano que eu risquei mais um item da minha lista de desejos. Conhecer todos os parques da Disney e da Universal era algo muito além do que eu pudesse imaginar. Quando a gente quer muito uma coisa, parece que mais complicado se é para conquistar, mas apesar de ter demorado mais de dez anos para que eu conseguisse realizar um dos meus sonhos de viagem, valeu cada segundo! 

Então cá está eu, publicando uma postagem sobre acreditar naquilo que nos parece impossível, afinal, nada é tão fácil assim. 

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Foto: Livreando 

Olá! Tudo bem?
Ultimamente eu só venho resenhando alguns livros para vocês, mas prometo que farei algo diferente da próxima vez! 

Enfim, essa resenha só surgiu depois de eu finalmente acreditar em outras pessoas. Sabe quando você escuta falar muito bem sobre um livro, mas acaba deixando de lado? Foi exatamente isso que aconteceu comigo, mas a única coisa em que me arrependo foi de não ter lido Anna e o Beijo Francês antes. 

Anna e o Beijo Francês

Sinopse: Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris. Porém, seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, sua fiel melhor amiga e um namoro prestes a acontecer. Mas, ao chegar a Paris, ela conhece Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito, que além de muitas qualidades, tem uma namorada. Anna e Étienne se aproximam e as coisas ficam mais complicadas. Será que um ano inteiro de desencontros em Paris terminará com o esperado beijo francês? Ou certas coisas simplesmente não estão destinadas a acontecer?

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Foto: Pinterest

Antes de deixar mais uma playlist com vocês, quero falar algumas coisinhas. Essa playlist foi tão intencional que acabou se tornando "sem querer". É meio complicado explicar o significado dessas músicas para mim, não por eu ter crescido com elas, mas sim pela sua tradução.

Esses dias passei por um momento mais difícil e no final de tudo percebi que era a minha cabeça fazendo mais alvoroço que o necessário, como sempre. Conversei com meu pai, ouvi diversos comentários sobre o que eu deveria fazer, mas todos eles se resumiam em: Você é dona de suas próprias escolhas, então seja você mesma. 

Aprendi que você vai traçar seu próprio caminho, você vai ser o dono da sua vida e, ninguém vai te conhecer como você se conhece. Então não adianta ser politicamente correto, não adianta sentir inveja ou ciúmes de algo que você não tem, não adianta ligar para a opinião dos outros ou, simplesmente não ser você pois tem alguém que não te quer assim. Não é nenhum pouco errado você ter amor próprio, você se amar mais do que qualquer outro sentimento que você tenha por outra pessoa. Vamos parar de romantizar a vida, ela não é tão bonita assim e no final de tudo, a única pessoa que tem que te aturar, é você! A sua aceitação sobre você mesma é a maior de todas, o resto é apenas o resto.

Não deixe com que escrevam sua vida, não seja a espectadora de sua própria história.

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Foto: Quase Dezoito | Juliana Montenegro

Olá! Tudo bem?
Ontem antes de dormir, pensei em qual seria a minha próxima leitura, então entrei em um pequeno mundo complexo, aonde eu teria que decidir qual dos milhares de livros de minha lista leria. No final das contas, não li nenhum deles. Abri no Submarino na parte de livros e acabei encontrando essa preciosidade que eu me senti na obrigação de compartilhar.

A Verdade Sobre Nós

Sinopse: Madelyn Hawkins está cansada. Cansada de ser sempre perfeita. Cansada de tirar A em tudo. Cansada de seguir à risca os planos que os pais fizeram para ela. Madelyn Hawkins está cansada de ser algo que não é, algo que não quer ser. E então ela conhece Bennet Cartwright. Inteligente, sensível, engraçado. A seu lado, ela se sente livre e independente. Uma história que poderia muito bem ter um final feliz, não fosse por um detalhe: Maddie tem apenas 16 anos, e Bennet, além de ter 25 anos, é seu professor. Pressionada pelos pais a participar de um programa para jovens talentos, Maddie pula dois anos do Ensino Médio e vai direto para a faculdade, onde conhece e se apaixona pelo professor de biologia. O sentimento é recíproco, e para dar uma chance àquele novo relacionamento que lhe faz tão bem, ela decide não contar para Bennet sua idade. Não demora muito para que as coisas comecem a dar errado, e as consequências da farsa de Maddie ganham contornos devastadores quando a verdade vem à tona. 

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Olá! Tudo bem?
Apesar disso parecer um chamado ou algum tipo de texto com um fundo desesperado, o que vocês vão ter aqui, na verdade, é uma resenha de um livro maravilhoso que acabei de ler!

Procura-se um Marido

Sinopse: Alicia sabe curtir a vida. Já viajou o mundo, é inconsequente, adora uma balada e é louca pelo avô, um rico empresário, dono de um patrimônio incalculável e sua única família. Após a morte do avô, ela vê sua vida ruir com a abertura do testamento. Vô Narciso a excluiu da herança, alegando que a neta não tem maturidade suficiente para assumir seu império – a não ser, é claro, que esteja devidamente casada. Alicia se recusa a casar, está muito bem solteira e assim pretende permanecer. Então, decide burlar o testamento com um plano maluco e audacioso, colocando um anúncio no jornal em busca de um marido de aluguel. Diversos candidatos respondem ao anúncio, mas apenas um deles será capaz de fazer o coração de Alicia bater mais rápido, transformando sua vida de maneiras que ela jamais imaginou.

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Você começou meio assim, sem graça, sem vitamina que me alimentasse e pudesse me deixar inteira até o tão glorioso dia 31 de Dezembro.

Depois de muito suor, muito aprendizado, muito chororo você se foi e, graças que você não irá mais voltar.

Esse último dia foi bem tranquilo se não fosse pelo seu barulho, estava tentando festejar? Acho que até você se cansou de você mesmo. Tadinho.

Para te ajudar nessa comemoração, comecei a pendurar bolas brancas e amarelas na varanda. Obviamente, adoro acreditar nessas superstições. Paz e dinheiro, já deu de pedir amor, não é mesmo?!

Em falar em amor, o que foi isso para você, 2016? Talvez nada. Mas vamos ser positivos, por favor. Apesar de todos os romances históricos que se deram por vencidos, é bom pensar que durou lindamente -ou não- por muito tempo.

Acho que foi isso que faltou nesse ano, isso que faltou em todos. Procurar o lado bom das coisas. Afinal, ele sempre existe, não é?! Bom, espero que sim. Prefiro acreditar nessa teoria para bebê dormir.

Você vai entrar para história e, obrigada, apesar desses fatos não me agradarem muito, por ter me feito aparecer nos livros sobre história daqui a alguns anos. Aproveitando, fora Temer!

Se eu fosse falar de todos os seus problemas, ah, isso não seria um "boa noite".

O que me lembra que você me deu vários sonhos bons e ruins, me fez realizar um que nem de longe eu acreditaria. Não acredito até hoje.

Hoje você fecha seu livro, para 2017 ter seu espaço. Então acho que "Ufa!" é a palavra certa. Você já deu o que tinha que dar e, mesmo 2017 sendo incerto, já me deixa mais alegre por sua saída estar tão perto.

Bom, se você queria ser inesquecível, parabéns, conseguiu. Agora só me resta te desejar, boa noite.
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Olá! Tudo bem?
Hoje vim mudar um pouco a ideia do blog e matar a saudade que eu vinha sentindo dele com algo um pouquinho diferente de textos, poemas e músicas.

Cartas de Amor aos Mortos


Sinopse: Tudo começa com uma tarefa para a escola: escrever uma carta para alguém que já morreu. Logo o caderno de Laurel está repleto de mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elizabeth Bishop… apesar de ela jamais entregá-las à professora. Nessas cartas, ela analisa a história de cada uma dessas personalidades e tenta desvendar os mistérios que envolvem suas mortes. Ao mesmo tempo, conta sobre sua própria vida, como as amizades no novo colégio e seu primeiro amor: um garoto misterioso chamado Sky. Mas Laurel não pode escapar de seu passado. Só quando ela escrever a verdade sobre o que se passou com ela e com a irmã é que poderá aceitar o que aconteceu e perdoar May e a si mesma. E só quando enxergar a irmã como realmente era — encantadora e incrível, mas imperfeita como qualquer um — é que poderá seguir em frente e descobrir seu próprio caminho.

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Um pouco de cada sensação do mundo em forma de música!

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Alguns perdidos de uns cliques antigos com título homenageando uma das bandas que mais toca no meu celular.

It's a beautiful day, sky falls, you feel like. It's a beautiful day, don't let it get away.




You're on the road. But you've got no destination.You're in the mud in the maze of her imagination.





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Exitem melodias e canções que infelizmente nunca serão representadas como deveriam. Nunca terão o sucesso esperado, pelo menos não para o seu compositor. São frases, citações... Pequenos versos que serão tatuados, viraram também adesivos de parede. Sem contar os status de qualquer nova rede social da época. Independente de qualquer título famoso, as mais carinhosas estão aqui.


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E de novo, cá está eu escrevendo em mais um blog a minha não-experiência de vida. Agradeço a todos por isso, mesmo que involuntariamente, e claro, agradeço você. Não você que está lendo, o "você" a quem me refiro com certeza não está lendo. Obrigada por não estar aqui. 

Desculpa se era para estar contando sobre mim. Mas quem sou eu? Ninguém em especial. Não possuo 5 cores no cabelo, um arsenal de discos, não fiz nada que pudesse ganhar um premio, não faço soletração, ainda me perco em misturar as cores, Alex Turner ainda me faz delirar com sua voz e durmo vendo A Família Adams. 
Ah! Vim de Marte. E claro que isso foi só uma maneira simpática de dizer que não sou de nenhum lugar, mesmo que os testes da internet dizerem que sou da França. A França dos anos 20.  Imagina viver com Hemingway?! Me parece a coisa mais fascinante do mundo!
Infelizmente isso não é a realidade,  nasci e continuo vivendo no Brasil. Isso não é ruim. Mas como disse, não sou de lugar algum. 

Isso não é um diário online e publico, não é um blog (mesmo que possua o nome de um), é algo sem discrição. Uns textos que precisam ser compartilhados. 

Não tem nem o que falar. Está longe de ser uma apresentação. O que você quiser saber, você saberá, acredite. 
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Ainda perdida e ainda tentando achar luz em textos alheios e palavras autorais. Amante de café, literatura, fotografia, cinema, viagens e amor.

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