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365 Cores do Universo

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Foto: Andrea Justen

Ei! Tudo bem?
Eu sei que demorei dessa vez, mas prometo que sempre anunciarei os lançamentos da Editora Arqueiro para vocês antes do mês referente acabar. 

Como algumas pessoinhas sabem, eu tirei o final de Dezembro e o início de Janeiro para viajar e descansar um pouco e, apesar de ter tido postagem aqui no blog, eu não consegui fazer muitas coisas para adiantar o resto do ano, mas agora eu estou de volta!

Mês passado não teve postagem de lançamentos de Dezembro, mas não foi culpa minha (não dessa vez)! Em Dezembro a Arqueiro não publica nenhum livro novo, então acabou que essa postagem não existiu aqui no blog. Entretanto, Janeiro é o mês que (juro para vocês) eles decidiram lançar tantas obras e todas tão interessantes que foi até difícil escolher as minhas favoritas para resenhar aqui no blog. 

Já posso adiantar que esse mês é um mês cheio de novidades sim, tem livros para cada gosto, livros para quem ama muito uma série que está sendo relançada com uma nova capa (alguém consegue adivinhar qual é?), livros para quem ama New Adult, para quem ama Romance de Época, e por aí vai.

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A temporada  de “Isso é muito black mirror!” está oficialmente aberta.

E aí, pessoal! Como estão? Espero que bem. Antes de iniciarmos a Review de hoje, gostaria de me apresentar. Me chamo Gabriel e faço parte do site +REVIEWS (um site muito interessante, recomendo) e fizemos uma parceria super legal com o blog da Cecília em que uma vez por mês iremos postar uma coluna especial no blog dela e vice-versa. Estamos muito animados com o novo projeto e espero que vocês também gostem. Lembre-se de deixar seus comentários, críticas ou sugestões para que possamos sempre trazer conteúdos cada vez mais legais para vocês. Sem mais delongas, vamos ao que interessa.

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Foto: Cecília Justen

Ei! Tudo bem?
O ano muda, mas a gente continua com o velho e bom "Ei! Tudo bem?".

2018 chegou, finalmente! Muitas coisas aconteceram durante o ano que passou, muitos momentos lindos que eu amaria reviver, muitos momentos que eu gosto de lembrar como parte de um passado difícil. Fico muito feliz em saber que estamos aqui, que todos nós sobrevivemos ao caos em que o mundo se encontrou, ao caos em que a gente se encontra. É muito estranho pensar em tudo o que nós vivemos durante 365 dias e agora, nós iremos viver outros momentos, mas momentos em mais 365 dias. Fico muito grata em viver alguns desses momentos com vocês. Espero que ambos tenhamos realizações, ambos tenhamos felicidades e infelicidades também. Muito obrigada por estarem comigo nessa. 

Entretanto, apesar de eu ser a chata que adora uns agradecimentos e umas ladainhas sentimentais, não estou aqui apenas para agradecer e idolatrar mais um pouco vocês, estou aqui para contar um pouco sobre o futuro, não de um jeito vidente, ou de um jeito cheio de metas, mas de um jeito relaxado, de um jeito em que todos nós possamos aproveitar essa nova etapa do blog.

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Foto: Cecília Justen

Isso é algo sincero e se sinceridade matasse, eu estaria morta, mas eu seria uma morta feliz.

Quando acordei, pensei em dar "Feliz Ano Novo" para várias pessoas, talvez até contar para elas sobre algumas metas de 2018, mas além das piadinhas de 1 de Janeiro que nunca me conquistaram estarem tomando conta do mundo, eu, com certeza, não fiz metas para 2018, não faço mais. Então, por algum motivo, comecei a lembrar sobre a noite anterior e seu estilo melancólico que toda véspera de ano novo carrega.

Na noite passada, eu achei uma preciosidade no meio dos meus livros, um esconderijo que eu amo. Vou fingir que esse achado não foi proposital e vou dizer que: Ano passado queria queimar. Essa preciosidade é um papel, uma carta em um papel, uma carta para mim. Escrevi ela há um ano e a história de queimar não é muito legal, porque em algum momento do ano passado, eu queria queimar tudo, toda uma história, isso, supostamente, deixava tudo mais fácil. Enfim, não queimei nada e agradeço eternamente por isso, porque entendi, finalmente, que algumas coisas a gente não pode esquecer por que o que nós somos agora tem haver com quem nós fomos, o máximo que eu poderia fazer, e escrevo que fiz, era entender que eu mudei e isso é muito melhor do que esquecer. Escrevendo assim parece até que foi fácil, mas ano passado foi bem (bem) difícil, felizmente eu estou aqui, escrevendo essa sinceridade para vocês. De algum modo nessa confusão toda, eu me perdi, e uma vez ouvi que "nunca entendi tanto a mensagem de trás do caminho 'não me siga, estou perdido", eu estava perdida e não achei que fosse me encontrar. Então comecei a pensar em algumas coisas, em quem eu era, em quem eu fui, em quem minha essência dizia que eu era e quem eu estava sendo, para assim, entender, em quem eu iria me tornar. Com muita vontade de ler a carta antes da hora, quase acabei com meu desafio do ano passado "eu prometo que irei ler isso daqui a um ano no mesmo lugar que escrevi". Não prometo muitas coisas, mas gostei de ter prometido isso. No final não li e acabei pensando em algo melhor perto da véspera do ano novo, comecei a entender o que eu sentia.

Foi aí que percebi que gosto das peculiaridades e da simplicidade humana. Parecendo clichê ou não, a melhor parte da vida que eu já conheci foram as pequenas coisas, os detalhes que quase ninguém vê. Tipo a sensação da maresia, o gosto de um morango azedo (amo!), a chuva caindo no meu corpo quente, uma criança brincando, meu pai roncando, minha mãe xingando, minha irmã amando e eu, um ser humano, um ser vivo, um ser que consegue realizar algumas ações sozinho, um ser independente de certo modo, um ser que respira, um ser que se move, um ser que sente dor, um ser que tenta procurar felicidade no meio da tristeza, um ser que como outros vive no universo, na imensidão preta, pelo menos é assim nos filmes. E o que eu mais gosto nisso tudo é que apesar de estar escrevendo isso em uma plataforma digital e existir a chance de explodir a qualquer momento, eu tenho tudo o que eu sinto e sou dentro de mim, pelo menos por agora, afinal, muitas coisas irão acontecer. Mas ainda sim, sei meus gostos, minhas dores, meus pesares e alguns detalhes bizarros.

Coisas que eu sei sobre mim:
1. Eu trocaria tudo nesse mundo para simplesmente poder sentir a brisa do mar, o vento gelado que ele carrega e cheirar o salgado que o mar porta;
2. Pele. Pele arrepiada é uma das peculiaridades que eu carregarei para sempre. Acho fascinante ver uma pele se arrepiando por nada. Mesmo triste a pele é tão brilhante que me encanta;
3. Não gosto de contato físico, não sou muito de agarração e pessoas me incomodam em boa parte do tempo, mas eu amo ver gente, amo ver suas ações e suas estranhezas, amo ver seus sorrisos, seus olhares, seus contatos, seus jeitos de andar e falar;
4. Amo flertar também, daquele jeito simples, só com olhares sorridentes e lábios que se abrem em um sorriso brilhante. Esse flerte precisa ter uma conversa sobre a vida, sobre qualquer coisa que mostre algo profundo da pessoa que ela libere sem ao menos perceber;
5. Sobre o mundo: Eu amo o anoitecer, o amanhecer, a noite, as estrelas e os significados que eu mesma invento para elas. Uma vez eu não dormi, várias vezes eu não dormi (sendo bem sincera), mas dessa vez eu não dormi porque queria ver as etapas de um dia, nesse dia eu não pensei, mas eu senti e foi ali que eu decidi que as sensações são muito mais agradáveis que os pensamentos de como algo pode ser realmente bom. Algumas coisas que não podemos provar podem ser as mais verdadeiras e reais do mundo;
6. Eu sei outras coisas também, como minha imaginação fértil que é capaz de imaginar algo acontecendo com uma pessoa ou objeto e terminar rindo sozinha, mas algumas coisas ainda merecem o silêncio na minha vida.

Foi fazendo isso, uma lista imaginária que se tornou mais palpável por causa dessa postagem, foi lendo livros que eu nunca imaginei ler, desde a coletânea de contos do Edgar Allan Poe, Hemingway e as irmãs Brontë até as obras com um tom mais sexual ou mais adolescente (aquelas típicas histórias que eu resenhei para vocês), foi chorando, foi berrando, foi entendendo que está tudo bem mudar as coisas e, foi isso que eu fiz no final, mudei as coisas. A mudança é incrível, sabia?!

E eu sei que eu não vou estar sempre de bem com a vida, até porque isso seria bem chato, principalmente para mim que adora um conflito para balançar um pouco o astral. Eu sei que muitas coisas vão acontecer e sei que não estou preparada para elas, mas existe uma sensação, existe uma pressão que corre pelo peito que vai te dando ansiedade, que vai te dando alegria e vai mostrando uma felicidade surgindo que aos poucos vai se espalhando pelo corpo. Essa felicidade, apesar dos pesares, não morre, eu entendi que às vezes eu me esqueço dela.

Esse ano também (avisei que muitas coisas tinham acontecido), ouvi muitos conselhos de pessoas que nunca tinha visto na vida, uma pessoa chegou a me falar que eu deveria parar de ter medo e converter todo o meu pavor em palavras, eu não sei se essa pessoa sabia que eu quero ser escritora, mas aquilo me fez um bem danado. Esse ano foi narrado pelo medo, pela vergonha e por muitos sentimentos obscuros que eu nem conhecia, mas isso tudo se transformou em aceitação, aceitação que de algum modo (como essa pessoa que me deu conselhos) quero transmitir para vocês.

Agora eu, você, todos nós temos 365 dias pela frente, 365 dias para recomeçar, para errar, para amar, para odiar, para chorar lágrimas que ainda não choramos, para acreditarmos, para... Vivermos. É tudo tão incerto daqui para frente, mas temos tempo, temos muito tempo, só precisamos aproveitar ele.

Enfim, como escrevi, poderia estar desejando um "Feliz Ano Novo", poderia estar comentando sobre minhas metas, poderia estar falando sobre como a vida é maravilhosa, mas nesse aspecto, eu com certeza estaria mentindo para vocês ou não... Porque na verdade, a vida é realmente maravilhosa, a gente só prefere prevalecer as coisas ruins dela. Mas eu poderia... Eu poderia muitas coisas, mas não gosto delas e é por isso que eu estou aqui, oferecendo para vocês o que eu me ofereci há um ano, Uma Carta de Amor para Você!

Você vai traçar seu próprio caminho, você vai ser o dono da sua vida e, ninguém vai te conhecer como você se conhece. Então não adianta ser politicamente correto, não adianta sentir inveja ou ciúmes de algo que você não tem, não adianta ligar para a opinião dos outros ou, simplesmente não ser você pois tem alguém que não te quer assim. Não é nenhum pouco errado você ter amor próprio, você se amar mais do que qualquer outro sentimento que você tenha por outra pessoa. Vamos parar de romantizar a dor, a única pessoa que tem que te aturar, é você! A sua aceitação sobre você mesma é a maior de todas, o resto é apenas o resto. Por isso eu desafio vocês a escreverem essa carta, eu desafio vocês a se questionarem, eu desafio vocês a entenderem sua alma, sua essência, o melhor e o pior de vocês. Espero que daqui a um ano, vocês tenham entendido o que eu entendi: Eu errei muito, vou errar muito, mas isso não pode ser um problema, contanto que eu esteja bem internamente, tão bem que eu possa transbordar o mundo com quem eu realmente sou.

Lembrem-se do que eu sempre escrevo: Talvez o sol não nasça como antes, mas talvez ele brilhe mais.
E ele brilhou, finalmente.

Feliz 2018!

Para vocês se inspirarem...


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Foto: Cecília Justen

Ei! Tudo bem?
Chegou o momento de falar sobre Robert Lang...Ops, Tom Hanks!

Fiquei muito feliz quando soube que Tom Hanks, meu ator favorito, iria escrever um livro, um livro de contos e, para quem me conhece, sabe que eu A-M-O contos, principalmente quando são bem escritos.

Terminei mega ansiosa e só me senti melhor quando o exemplar chegou em minha casa. Comecei a ler o livro e acabei me deliciando e esperando que um dia, Tom Hanks aparecesse em minha casa para me narrar cada história dos contos.

Sinopse: Um affaire agitado e divertido entre dois grandes amigos. Um ator medíocre que se torna uma estrela e se vê em meio à frenética viagem de divulgação de um filme. O colunista de uma cidadezinha com um ponto de vista antiquado sobre o mundo. Uma mulher se adaptando à vida na nova vizinhança após o divórcio. Quatro amigos e sua viagem de ida e volta à Lua num foguete construído num fundo de quintal. Essas são apenas algumas das pessoas e situações que Tom Hanks explora em sua primeira obra de ficção. Os contos têm algo em comum: em todos, uma máquina de escrever desempenha um papel — às vezes menor, às vezes central. Conhecido por sua sensibilidade como ator, Hanks traz essa característica para sua escrita. Ora extravagante, ora comovente, ocasionalmente melancólico, Tipos incomuns deleitará e surpreenderá seus milhões de fãs.


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Ei! Tudo bem?
É com muita alegria que eu estou aqui, no Natal, para escrever para vocês sobre algumas coisas incríveis!

Tenho, com certeza, muito que escrever, muito que enrolar no meio dessa escrita também, mas isso a gente vai tentar não levar em conta no momento. Hoje é Natal, afinal! É o segundo Natal que passamos juntos, mas com certeza, o primeiro que eu finalmente apareço decentemente.

O blog começou meio assim, fraco, sem estabilidade alguma, como qualquer outro blog, mas esse blog era um blog 100% anônimo e textual, isso porque eu postava todos os tipos de textos possíveis de minha autoria, mas tudo em segredo, por favor. As coisas foram mudando, a vida foi acontecendo e quando as circunstâncias foram outras, surgiu esse blog que vocês veem hoje em dia e, podem ter certeza, ainda tem muito que mudar.

Mas calma, esse não é um texto de Ano Novo antecipado ou um Feliz Natal melancólico. Apesar de ter sim, um Feliz Natal envolvido. 

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Quando acordei, sabia que esperava por uma mensagem, independentemente da resposta era algo que eu realmente esperava. Depois, mesmo com menos intensidade, aguardei por outras, afinal é véspera de Natal e, por algum motivo, esse dia parece bem mais especial que o dia 25 em si, pelo menos na minha casa.

Isso começou bem antes de eu nascer, mas quando me senti um real ser humano, um ser que respira e já consegue realizar suas ações independentes, entendi que o Natal na minha família nunca foi parecido com um filme americano. Ok! Nenhuma data festiva parece como um filme americano, ou até mesmo o Ensino Médio, coisa que eu só aprendi quando finalmente entrei no Primeiro Ano. De qualquer maneira, minha família sempre foi resumida em 4 e nós 4 sempre andávamos juntos, como Tartarugas Ninjas e, sim, eu sou o Michelangelo. No Natal isso não poderia ser diferente, mesmo que aparecesse uma rápida visita.

O tempo passou e o Natal passou a ser caído, o dia 25 em si, às vezes nem existia e, apesar de eu nunca sentir a necessidade de comemorar, sempre me pareceu estranho não entrar em um clima com músicas natalinas. Hoje, meu Natal tem 3 ou 5, 4 não existe mais, entretanto, pela primeira vez, depois de muito tempo, diga-se de passagem, o dia 24 caiu como uma luva.

Começou com o bem, depois veio passando, correu, voou, e quando percebi, já estava no momento de fazer algumas comidas e terminar os cooks que minha irmã não quis produzir. Depois veio toda aquela agitação de arrumar as mesas, veio aquele momento dramático de pessoas passando e agora, me vejo como 3, mas não vejo a hora de ser 5.

E como todo o Natal, tem Grinch, porque esse sempre foi o meu filme natalino favorito, talvez pela semelhança com o próprio personagem ou... Não sei. Algumas coisas eu não sei, outras sei sim, mas não acredito nelas e o Natal é recheado desses momentos confusos.

Talvez seja por isso que eu não tenho uma afeição tão grande por ele, por todo os espírito forte que ele carrega, espírito que ele é obrigado a carregar. Todo esse clichê natalino sempre me pareceu forçado, mas agora  vejo que não, porque de alguma forma, esse é o momento em que as pessoas aparecem usando a desculpa de "Feliz Natal". Isso é triste, mas é nesse segundo que eu entendi o verdadeiro significado do Natal, e não é reunir as pessoas, mas é ajuda-las a se reencontrarem para pegarem caminhos opostos novamente. Parece mais bonito pensando dessa maneira, pelo menos pra mim.

O Natal, enfim, me pareceu sempre mais uma data a mais. Hoje não. Não mais. Porque eu entendi que o Natal aparecia com um amontoado de sentimentos e eu percebi, finalmente, que as coisas mais importantes nem sempre podem ser comprovadas e é por isso que hoje, dia 24 véspera de Natal, é o dia mais unido, porque as pessoas colocam seus sentimentos acima de tudo, sem ao menos... Perceber.

Então, feliz sentimento para você.



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Foto: Cecília Justen

Ei! Tudo bem?
Demorei, mas cheguei!

Lançamento de Outubro da Editora Arqueiro, Origem foi o livro que eu mais esperei para chegar um exemplar aqui em casa. Isso tudo porque Dan Brown é meu autor de suspense favorito, então imaginem como eu estava louca para que eu pudesse ler. 

Entretanto, a vida não queria que eu realizasse a ação. Os correios entraram em greve, quando chegou eu não estava em casa para pegar, tive que ir até o correio aqui na minha cidade e quando eu achei que tudo ia funcionar, eu entrei em semana de provas. Quando eu sai, chegou o pacote de Novembro da parceria e, confesso, acabei pulando para ler os outros livros. 

Felizmente chegou o dia, o dia em que eu resenho para vocês o livro mais esperado do ano, para mim. Foi uma surpresa extremamente agradável, meu coração acelerou e eu achei que fosse explodir enquanto não descobrisse todos os mistérios que envolvem o livro. 

Sinopse: Robert Langdon, o famoso professor de Simbologia de Harvard, chega ao ultramoderno Museu Guggenheim de Bilbao para assistir a uma apresentação sobre uma grande descoberta que promete “mudar para sempre o papel da ciência”. O anfitrião da noite é o futurólogo bilionário Edmond Kirsch, de 40 anos, que se tornou conhecido mundialmente por suas previsões audaciosas e invenções de alta tecnologia. Um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard, há 20 anos, agora ele está prestes a revelar uma incrível revolução no conhecimento… algo que vai responder a duas perguntas fundamentais da existência humana. Os convidados ficam hipnotizados pela apresentação, mas Langdon logo percebe que ela será muito mais controversa do que poderia imaginar. De repente, a noite meticulosamente orquestrada se transforma em um caos, e a preciosa descoberta de Kirsch corre o risco de ser perdida para sempre. Diante de uma ameaça iminente, Langdon tenta uma fuga desesperada de Bilbao ao lado de Ambra Vidal, a elegante diretora do museu que trabalhou na montagem do evento. Juntos seguem para Barcelona à procura de uma senha que ajudará a desvendar o segredo de Edmond Kirsch. Em meio a fatos históricos ocultos e extremismo religioso, Robert e Ambra precisam escapar de um inimigo atormentado cujo poder de saber tudo parece emanar do Palácio Real da Espanha. Alguém que não hesitará diante de nada para silenciar o futurólogo. Numa jornada marcada por obras de arte moderna e símbolos enigmáticos, os dois encontram pistas que vão deixá-los cara a cara com a chocante revelação de Kirsch… e com a verdade espantosa que ignoramos durante tanto tempo.

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Ei! Tudo bem?

Está chegando - finalmente! - a melhor época do ano! Ah o Natal, todo aquele aspecto mais mágico, mais feliz, onde tudo está mais leve (principalmente porque estou de férias) sempre me encantou muito, então era óbvio que eu iria aparecer por aqui para fazer uma postagem especial para vocês!

Esse ano, como havia comentado com vocês, fiquei muito enrolada com o planejamento do blog, mas já estou com o Planner de 2018 e prometo que o mês de Dezembro do ano que vem será incrível e cheio de amor natalino. Eu fiquei tão enrolada que achei que não fosse nem comentar com vocês sobre Natal, mas minha cidade (Romance de Época pura) decidiu fazer um tal de "Natal Iluminado", por onde eu ando eu me sinto dentro de um filme americano natalino! Inclusive, está tendo concurso de casa mais enfeitada, pode isso gente?! Então foi com esse clima da minha cidade que eu decidi vir aqui, mesmo que seja rapidinho. 

Faltando exatamente uma semana para o Natal, sei que muitas pessoas ainda não compraram seu presente e sei que muitas ainda nem sabem o que irão receber, então decidi fazer uma lista de livros maravilhosos para vocês terem uma ideia do que dar para alguém especial ou para você compartilhar essa postagem com aquela pessoa que você quer muito receber um livro de Natal!

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Foto: Cecília Justen

Ei! Tudo bem?
Finalmente consegui aparecer na data certa e seguir o planejamento do blog!

Lançamento de Novembro da Editora Arqueiro, Um Beijo à Meia-Noite é uma releitura do conto de fadas Cinderela, e assim como no conto, Eloisa James, autora da obra que será resenhada, deixou a gente com sapatinho de cristal e até fada madrinha. 

Quando terminei a obra, tive tantos pensamentos que acabei me embaralhando toda. Posso dizer que foi uma surpresa no geral, principalmente pela forma que Eloisa narrou a história em terceira pessoa. Ela escreveu de um jeito bem gostosinho que, foi graças a esse jeito, que eu consegui ler a obra do início ao fim.

Sinopse: Kate Daltry é uma jovem de 23 anos que não costuma frequentar os salões da alta sociedade. Desde a morte do pai, sete anos antes, ela se vê praticamente presa à propriedade da família, atendendo aos caprichos da madrasta, Mariana. Por isso, quando a detestável mulher a obriga a comparecer a um baile, Kate fica revoltada, mas acaba obedecendo. Lá, conhece o sedutor Gabriel, um príncipe irresistível. E irritante. A atração entre eles é imediata e fulminante, mas ambos sabem que um relacionamento é impossível. Afinal, Gabriel já está prometido a outra mulher – uma princesa! – e precisa com urgência do dote milionário para sustentar o castelo. Ele deveria se empenhar em cortejar sua futura esposa, não Kate, a inteligente e intempestiva mocinha que se recusa a bajulá-lo o tempo todo. No entanto, Gabriel não consegue disfarçar o enorme desejo que sente por ela. Determinado a tê-la para si, o príncipe precisará decidir, de uma vez por todas, quem reinará em seu castelo.

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Foto: Cecília Justen

Ei! Tudo bem?

Estou tão animada para realizar essa resenha! Isso tudo porque ela será feita de uma maneira diferente, afinal, quando falamos de Romance de Época, alguma coisa precisa ser diferente. Começo a escrever esta resenha quando terminei a primeira parte do livro e pretendo termina-la quando terminar a leitura na última página, diferentemente das outras vezes que sempre resenhei no final de tudo. 

Entretanto, não estou animada apenas por isso, estou animada porque estou falando de uma obra composta por contos de Julia Quinn, Mia Ryan, Suzanne Enoch e Karen Hawkins que juntas escrevem e retornam com Lady Whistledown, a melhor personagem já criada na série de livros Os Bridgertons. Então não sei o que esperar no final de tudo, mas estou louca para terminar essa história que mal começou, mas eu já estou mega empolgada!

Sinopse: Quem roubou o bracelete de lady Neeley? Terá sido o caça-dotes? O apostador? A criada? Ou o libertino? Londres está fervendo com as especulações, mas, se ainda restam muitas dúvidas, pelo menos uma coisa é certa: um desses quatro está envolvido no crime. Crônicas da sociedade de lady Whistledown, maio de 1816 Julia Quinn encanta... Um belo caçador de fortunas foi enfeitiçado pela debutante mais desejada da temporada. Agora ele precisa provar que o que deseja é o coração da jovem, não o dote dela. Mia Ryan delicia... Uma criada adorável e espirituosa está deslumbrada com as atenções românticas que tem recebido de um charmoso conde. Mas um relacionamento entre eles seria escandaloso e poderia arruinar a reputação dos dois. Suzanne Enoch fascina... Uma jovem inocente que passou a vida evitando escândalos de repente se vê secretamente cortejada pelo maior libertino de Londres. Karen Hawkins seduz... Um visconde que vaga sem destino volta para casa para reacender o fogo da paixão de seu casamento, mas descobre que sua linda e decidida esposa não será conquistada tão facilmente.

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Foto: KPCC

Ei! Tudo bem?
Se eu já amo quando venho falar sobre cinema com vocês, imagina quando eu consigo juntar duas coisas que sou apaixonada. Posso dizer que estou eufórica!

Depois de muito pensar sobre o que eu gostaria de publicar aqui no blog, lembrei que nunca falei sobre duas coisas que eu amo, cinema e música. Fiquei então me questionando sobre o real motivo disso nunca ter acontecido, afinal, as pessoas que me conhecem sabem muito bem como essa junção deixa meu coração super aquecido.

Hoje, depois de muito o que debater sobre o tema, lembrei também que nunca falei de um diretor ou diretora que possuem filmes maravilhosos. Por isso venho aqui para falar sobre tantas coisas que nem sei como pretendo explicar. Venho aqui falar sobre John Carney, um irlandês que possui filmes que são verdadeiras obras musicais.

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Foto: Cecília Justen

Ei! Tudo bem?

Mesmo que tenha sido há um mês, ainda consigo sentir cada pedacinho dessa viagem incrível que eu fiz com os meus pais. E mesmo demorando muito para falar sobre, eu não podia deixar passar as memórias que fiz em branco aqui no blog. 

No dia 20 de Outubro entrei em um carro e saí da minha cidade de Romance de Época e encarei, aproximadamente, sete horas de viagem para chegar à cidade grande. Na cidade em que ocorreria o show do ano, pelo menos pra mim. E tudo, desde a viagem até o show do U2, vocês poderão conferir nessa postagem cheia de amor, carinho e... Saudade. 

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Foto: Editora Arqueiro

Ei! Tudo bem?

Lembram que eu falei sobre estar mega atrasada com as resenhas e outras postagens? Então, eu estava falando realmente sério. Amor Sem Medidas era para ter saído mês retrasado! Entretanto, antes tarde do que nunca e é por isso que o livro de Sophie Jackson está aqui.

Lançamento de Setembro da Editora Arqueiro, Amor Sem Medidas é um livro curto, mas com muito sentimento envolvido entre os personagens e, quando digo muito, é realmente muito, não teve um momento em que duvidei do amor dos principais, afinal, eles só falavam sobre isso. Então cá estou eu, escrevendo para vocês sobre uma coisa que eu amo: Amor. 

Sinopse: Tudo ia bem na vida de Riley Moore, um ex-presidiário que trabalha duro para se manter de forma honesta em Nova York. Um telefonema da mãe, no entanto, acaba tirando o rapaz dos eixos: o pai está internado em estado crítico, depois de sofrer o segundo ataque cardíaco em menos de dois anos. Para estar ao lado da mãe nesse momento tão difícil e tentar resolver seus conflitos com o pai antes que seja tarde demais, Riley deixa tudo para trás e retorna a Michigan, sua terra natal, pela primeira vez em cinco anos. Mas lá não estão apenas os pais de Riley e as memórias de sua família: Lexie Pierce ainda vive na cidade. Grande amor da vida de Riley, ela também foi a responsável por deixar seu coração em pedaços. Como se a alma de um atraísse a do outro, o encontro entre os dois é inevitável. As lembranças de um amor poderoso fazem Riley querer Lexie de volta aos seus braços. Entretanto, a garota esconde um grande segredo, capaz de colocar à prova a confiança e os sentimentos do rapaz. Será que eles conseguirão superar a dor e o sofrimento de sua história para enfim viverem felizes para sempre?

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Foto: Pinterest

Ei! Tudo bem?

Se eu estou atrasada com as publicações? Com certeza! Acabei deixando para trás algumas coisinhas relacionadas ao cinema, música e, principalmente, textos, algo que é muito engraçado já que, inicialmente, a função do blog era que eu publicasse meus textos. Entretanto, estou me organizando e prometo que em breve irei voltar com outras postagens de outros gêneros. 

Mas hoje é dia de falar sobre os futuros lançamentos literários de Novembro! Tem livro para todo mundo e, inclusive, tem a estreia de um ator que agora virou escritor, ator que eu amo, diga-se de passagem. Então, mais do que nunca, estou mega ansiosa e empolgada para falar com vocês sobre os futuros livros da Editora Arqueiro. 

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Foto: Cecília Justen

Ei! Tudo bem?

Começar a escrever essa resenha é uma emoção só, assim como esta obra maravilhosa. Esperava muito quando comecei a ler, mas não sabia que iria ganhar tanto.

Então é com o coração na mão que eu escrevo para vocês um pouco sobre o que senti enquanto lia a nova obra de Kristin Hannah, publicada pela Editora Arqueiro em Setembro. 

Sinopse: Caçula de três irmãs, Angela DeSaria já tinha traçado sua vida desde pequena: escola, faculdade, casamento, maternidade. Porém, depois de anos tentando engravidar, o relacionamento com o marido não resistiu, soterrado pelo peso dos sonhos não realizados. Após o divórcio, Angie volta a morar na sua cidade natal e retorna ao seio da família carinhosa e meio doida. Em West End, onde a vida vai e vem ao sabor das marés, ela conhece a garota que mudará a sua vida para sempre. Lauren Ribido é uma adolescente estudiosa, bem-educada e trabalhadora. Apesar de morar em uma das áreas mais decadentes da cidade com a mãe alcoólatra e negligente, a menina sonha cursar uma boa faculdade e ter um futuro melhor. Desde o primeiro momento, Angie enxerga em Lauren algo especial e, rapidamente, uma forte conexão se forma: uma mulher que deseja um filho, uma menina que anseia pelo amor materno. Porém, nada poderia preparar as duas para a repercussão do relacionamento delas. Numa reviravolta dramática, Angie e Lauren serão testadas de forma extrema e, juntas, embarcarão em uma jornada tocante em busca do verdadeiro significado de família.

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Foto: Cecília Justen

Ei! Tudo bem?

Depois de ler Como Agarrar uma Herdeira, livro um de Agentes da Coroa, passei há contar os dias para finalmente ter um exemplar de Como se Casar com um Marquês. Conhecer a história de Elizabeth e James era o que eu mais queria, afinal, prometia muito, inclusive, prometia ser o melhor livro de Agentes da Coroa.

Quando terminei de ler a obra, não me arrependi por nenhum segundo e já posso dizer: Todas as promessas foram cumpridas e, muito bem!

Sinopse: Elizabeth Hotchkiss precisa se casar com um homem rico, e bem rápido. Com três irmãos mais novos para sustentar, ela sabe que não lhe resta outra alternativa. Então, quando encontra o livro Como se casar com um marquês na biblioteca de lady Danbury, para quem trabalha como dama de companhia, ela não pensa duas vezes: coloca o exemplar na bolsa e decide encontrar um homem qualquer para praticar as técnicas ensinadas no pequeno manual. É quando surge James Siddons, marquês de Riverdale e sobrinho de lady Danbury, que o convocou para salvá-la de um chantagista. Para realizar a investigação, ele finge ser outra pessoa. E o primeiro nome na sua lista de suspeitos é justamente... Elizabeth Hotchkiss. Intrigado pela atraente jovem com o curioso livrinho de regras, James galantemente se oferece para ajudá-la a conseguir um marido, deixando-a praticar as técnicas com ele. Afinal, quanto mais tempo passar na companhia de Elizabeth, mais perto estará de descobrir se ela é culpada. Mas quando o treinamento se torna perfeito demais, James decide que só há uma regra que vale a pena seguir: que Elizabeth se case com seu marquês.

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Foto: Cecília Justen

Ei! Tudo bem?

Finalmente chegou o dia de publicar a resenha que eu mais estava esperando. Esperei ansiosamente para falar com vocês sobre Fortaleza Impossível, um livro engraçado, apaixonante e que declara seu amor aos anos 80. Só de falar sobre isso vocês já devem imaginar o quão empolgada eu fiquei com a obra, certo?! Todo aquele cenário, as referencias musicais me encantaram tanto que eu só pude fazer uma coisa: Resenhar. 

Sinopse: Um trio de garotos esquisitos e uma nerd brilhante que esconde um grande segredo. Um inesperado romance que nasce em meio a computadores e disquetes. Um ousado e perigoso assalto para roubar a edição de maio de 1987 da revista Playboy, com imagens escandalosas de uma famosa apresentadora de TV. Todos esses elementos se unem para compor Fortaleza Impossível, um romance que fará você rir, se emocionar e recordar a maravilhosa sensação de se apaixonar por algo – ou alguém – pela primeira vez.

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Foto: Cecília Justen

Ei! Tudo bem?
Por aqui está tudo ótimo! Mês passado teve bienal e com ela veio vários projetos incríveis para o blog, espero ansiosamente para contar mais detalhes a vocês. 

Entretanto, hoje é dia de falar sobre outra coisa. Voltamos com Romance de Época e, finalmente, o blog está com uma postagem sobre um livro da rainha Julia Quinn. Em Agosto tivemos um lançamento lindo, lançamento do primeiro livro de Agentes da Coroa. Inclusive, o segundo livro foi lançado dia primeiro de Setembro. 

Terminei o livro e fiquei tão apaixonada que só pensava em falar sobre a história com todos. Julia me surpreendeu novamente e eu acabei gostando mais da escrita da autora. Só me restava então, inaugurar uma série de resenhas sobre as obras de Quinn. Começamos com Como Agarrar uma Herdeira, um livro que te fará rir em todos os momentos. 

Sinopse: Quando Caroline Trent é sequestrada por engano por Blake Ravenscroft, não faz o menor esforço para se libertar das garras do agente perigosamente sedutor. Afinal, está mesmo querendo escapar do casamento forçado com um homem que só se interessa pela fortuna que ela herdou. Blake a confundiu com a famosa espiã espanhola Carlotta De Leon, e Caroline não vai se preocupar em esclarecer nada até completar 21 anos, dali a seis semanas, quando passará a controlar a própria herança milionária. Enquanto isso, é muito mais conveniente ficar escondida ao lado desse sequestrador misterioso. A missão de Blake era levar “Carlotta” à justiça, e não se apaixonar por ela. Depois de anos de intriga e espionagem a serviço da Coroa, o coração dele ficou frio e insensível, mas essa prisioneira se prova uma verdadeira tentação, que o desarma completamente.

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Foto: Pinterest

Ei! Tudo bem?

Dessa vez saiu meio atrasado, mas não achem que eu esqueceria a postagem sobre lançamentos. Adoro falar com vocês sobre os futuros livros e já é algo fixo no blog alguns comentários sobre. 

Bom, em Outubro, a Editora Arqueiro continua com novas obras e todas com novidades incríveis! Tem livro para todo mundo, livro internacional, volta de um autor que eu sou apaixonada, livro sobre uma personagem que os amantes de Julia Quinn adoram, enfim, teremos de tudo mesmo. 

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Ainda perdida e ainda tentando achar luz em textos alheios e palavras autorais. Amante de café, literatura, fotografia, cinema, viagens e amor.

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